terça-feira, 19 de novembro de 2013
Reabro a chafarica para dizer que este ano participamos no Polar Post Crossing! :)
Quem estiver a ler isto e me for oferecer um postal: nada de postais malandrecos com pais/mães Natais nus/nuas e pirocas e cenas, ok? É que uma pessoa não vive propriamente sozinha e é complicado. Vá, aquele abraço. <3
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Chatearte
Já não posso com empresas de design gráfico chamadas
criarte, encontrarte, abraçarte, estrafegarte, pontapearte e o diaboaquarte. Tá
bem? Chega. Não é criativo. Originalidade? ZERO.
Também não posso com títulos cheios de palavras com prefixos
entre parênteses, que se podem ler de duas maneiras, do tipo
"(con)sentido", "(des)envolver", "(des)amor".
Sabem o que vos digo? (C**)alhinho.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A tradução, numa alegoria
Se eu tiver um jarro de limonada e o sabor da limonada não
for passível de ser reconhecido pelas papilas gustativas de quem a vai beber, eu
não vou colar um rótulo na limonada a descrever a que é que ela sabe para quem
tem a capacidade de sentir o seu paladar. Prefiro transformar a limonada em
sumo de laranja.
Preserva-se a acidez; mantém-se a natureza cítrica do fruto.
domingo, 21 de outubro de 2012
Relevância
Um poema é relevância. Nenhum
verso é obra do acaso. Num poema, nada está a mais nem a menos. As medidas são
precisas como uma fórmula química; uma molécula de oxigénio a mais e passamos
de água a água oxigenada. Artifícios a mais num pretenso poema oxidam o texto,
e um poema não é artifício, mas arte.
In «Da Poesia», ensaio publicado na revista LER em Junho de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
And now, for something completely different, uma anedota
Um dia comprei amendoins e depois de os descascar e comer concluí que eram todos bons.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

